CPR altera notações da EDIA, da EGREP e da PARPÚBLICA, de AA- para A+
 
 
A Moody´s Investor Service anunciou, a 13 de Julho de 2010, a descida da notação de médio e longo prazo atribuída aos compromissos financeiros da República Portuguesa, passando-a de Aa2 para A1, e alterando a respectiva tendência de negativa para estável. Estas alterações foram justificadas pela perspectiva de continuação do enfraquecimento da capacidade financeira da República Portuguesa a médio prazo evidenciada, entre outros, pelos rácios de endividamento face ao Produto Interno Bruto (PIB) e às receitas, que segundo a referida agência de rating poderão vir a ascender, no prazo de dois a três anos, a 90% e a 210%, respectivamente, e pela perspectiva de crescimento económico relativamente fraca, a não ser que as recentes reformas estruturais tenham efeitos positivos a médio e longo prazos. Com esta alteração, as notações de risco de crédito de médio e longo prazo atribuídas à República Portuguesa são as seguintes: AA-, com tendência negativa, pela Fitch Ratings; A1, com tendência estável, pela Moody’s Investors Service (correspondente a A+ na tabela de notações da CPR), e A-, com tendência negativa, pela Standard & Poor’s. Assim, dadas as notações de médio e longo prazo actualmente atribuídas à República Portuguesa, a Companhia Portuguesa de Rating, S.A. é da opinião que as capacidades de pagamento a médio e longo prazo (ratings de emitentes e / ou de emissões) da EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, S.A., da EGREP - Entidade Gestora de Reservas Estratégicas de Produtos Petrolíferos, E.P.E. e da PARPÚBLICA - Participações Públicas, S.G.P.S., S.A. são fortes, embora apresentem alguma vulnerabilidade a condições adversas, de conjuntura ou outras, pelo que altera-lhes as notações de AA- para A+, passando as tendências de negativas para estáveis.